O envelope
Chega um papel em inglês, com brasão, número de formulário e uma data. Pode ser um recibo. Pode ser um prazo de quinze dias. Você olha, não sabe qual dos dois é, e guarda para resolver depois.
O iAmigo é um assistente que vive dentro do WhatsApp e responde em português, espanhol e inglês sobre imigração, documentos, impostos, carteira de motorista, saúde, trabalho e escola nos Estados Unidos. Ele já está atendendo. Esta página conta por que ele existe.
DE ONDE VEIO
Ninguém teve essa ideia numa reunião. As cenas abaixo se repetem na vida de quem chega — e nós vivemos cada uma delas.
Chega um papel em inglês, com brasão, número de formulário e uma data. Pode ser um recibo. Pode ser um prazo de quinze dias. Você olha, não sabe qual dos dois é, e guarda para resolver depois.
Alguém cobra cem dólares para explicar o que a própria agência publica de graça no site dela. O que se pagou ali nunca foi encontrar a informação: foi entendê-la em inglês.
Tem pergunta que não se faz ao chefe, à vizinha nem no grupo do bairro. Não por ser difícil — é que ninguém gosta de ser o único ali que ainda não sabe.
A carta ficou na gaveta até o prazo passar. O que custou não foi dinheiro nem vontade: foi não ter a quem perguntar às nove da noite de um domingo.
Passamos por isso. E o que ficou é simples: quase nenhum desses problemas era difícil. Faltava alguém por perto que falasse a sua língua e não cobrasse por isso. Daí nasceu o iAmigo.
A TESE
Traduzir uma carta, explicar um formulário, lembrar um prazo: a tecnologia faz isso bem hoje. Ela só chega mal a quem mais precisa, porque no meio do caminho existem quatro portas.
Cada uma dessas portas filtra exatamente quem mais precisava passar. Quem tem tempo, inglês e cartão atravessa as quatro sem perceber que estavam ali.
A DECISÃO
O iAmigo não pede que você aprenda nada. É a mesma conversa onde você fala com a sua mãe, com o seu chefe e com o grupo da escola. Manda uma mensagem, um áudio ou a foto do documento — do jeito que for mais fácil — e a resposta volta ali mesmo, em linguagem que dá para entender, com a fonte oficial de onde ela veio.
LIMITES
Dizer o que o produto não faz vale mais do que qualquer elogio. Estes limites não são promessa de marketing: o próprio produto os aplica em toda conversa.
O que ele entrega é informação geral, com o órgão de onde veio e a data em que foi atualizada. Quando o caso pede um profissional licenciado, ele diz isso em vez de tentar resolver.
Quando o assunto exige fonte oficial e não há fonte que sustente a resposta, ela não chega até você. Em vez de arriscar um palpite bem escrito, ele diz que não sabe e aponta onde perguntar.
Quando a conversa indica uma emergência, ele deixa de responder e passa o contato de quem pode ajudar de verdade. Sempre por escrito, para o número ficar à mão.
Ele lê, traduz e destaca datas, valores e prazos. Dizer se um papel é válido é trabalho de quem o emitiu, não de um assistente.
Ele também não promete resultado de processo. Isso ninguém pode garantir.
PREÇO
O número saiu de uma conta simples: precisa caber no mês de quem manda dinheiro para casa e, ao mesmo tempo, pagar o que cada resposta custa. É a assinatura que sustenta o iAmigo — não anúncio, e não os seus dados.
$5.99/mês
Menos que uma hora de intérprete. Menos que a taxa cobrada para ler uma carta em voz alta.
QUEM FAZ
O iAmigo é um produto da Weeflow. O time é pequeno, e isso aparece: toda decisão de produto passa por quem escreve o código, e nenhuma delas é tomada longe de quem vai usar. Não somos advogados nem contadores — foi justamente por isso que o produto foi construído para saber a hora de encaminhar.
Não temos número de usuários para exibir nem prêmio para citar. Temos uma regra da qual não abrimos mão: nada aqui promete o que não entrega.
É lá que o iAmigo vive — sem app novo, sem cadastro longo, sem menu. Salvar o número já basta: a primeira pergunta pode ser agora.
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